Nope
Não se passa nada aqui.
Começou o segundo módulo da UCLA.
Estou a um mês do início da produção em que me meti.
O mundo lá fora é muito mais interessante que esta página cheia de letras.
Vão lá!
LAVANDARIA DE IDEIAS - pouco serias (mas algumas profundas), inconsequentes, e gracas a Deus(existes?) - ligeiramente idiotas!
Não se passa nada aqui.
Começou o segundo módulo da UCLA.
Estou a um mês do início da produção em que me meti.
O mundo lá fora é muito mais interessante que esta página cheia de letras.
Vão lá!
Os meus pulmões já se enchem de ar.
Acabei mais um trimestre infernal. Penso que o pior desde que estou há 3 anos na empresa. Pela primeira vez não atingi a quota...
98% e dizem vocês que é muito bom...
Mas a minha meta nunca são os 100%, mas sim os cento e tal.
Por isso falhei.
Ao meu lado a televisão grita. Está sintonizada no posto em que dá uma série a que acho piada - as Desperate Housewifes. Gosto especialmente daquela que se droga e às crianças...é a que parece mais a real life.
Como não começou, há um bando de pessoas que não para de gritar e no reflexo, vejo que fogem no meio de vegetação. Algo que não me importava. E aparecer noutro ponto do mundo. Como as teorias do tempo e os buracos negros...
Estranho como o meu cérebro flui da quota aos buracos negros...
Adiante!
Vou montar (salvo seja, suas mentes perversas) uma produtora de cinema, enquanto começo o módulo II do Certificado de Argumento da UCLA, enquanto tento fazer a quota do 3º trimestre, enquanto procuro uma casinha de aldeia baratucha para recuperar.
Descobri que tenho de ir a Paris em Setembro. E hoje vi 3 minutos de um documentário em que há aviões que caem por causa de um tipo de ventos estranho...e pensei que ia ser o meu.
Preciso de um hipnotizador, de qualquer coisas dessas.
Ou preciso de dar uma volta à minha vida?
As células do corpo renovam-se de 7 em 7 anos. Terá chegado? Começou quando nasci?
Tou nos 31, não devo estar à beira de renovar nada. Será que posso?
Soubesses que ias morrer daqui a um ano.
O que mudavas?
O que fazias de diferente?
(Não é o meu caso...que eu saiba...mas questiono-me...às vezes)

Um fotógrafo da Magnum, claro - Alex Webb - Moçambique - 2002
Para ti mano, o ar aqui é mais puro. As pessoas se calhar também. A vida é que é muito pesada.
Não sei porquê, hoje, esta frase do "2001-Odisseia no Espaço" persegue-me.
Ontem passei o dia a cantar a melhor música (na minha humilde opinião) da Ricky Lee Jones, que aquece o filme "Subway" de um Jean Luc Besson de outras épocas - "A Lucky Guy"
Melhor que isto, é passar o dia a cantarolar o Night Train como se fossemos o Tom Waits. A fumar um charro, deitados de barriga para cima a contar as estrelas, depois de ter tomado um chá de menta na companhia dos nómadas beduínos.
Com a ajuda de um Kainever - comprimido para dormir - lá fiz a viagem mais sossegada do que com o Xanax.
O A320 portou-se bem, assim como o piloto :P
O tempo esteve a meu favor = 0 de torbulência para cá e para lá.
A vantagem de 1 unidade de Kainever sobre 1 de Xanax, é que dá uma moca daquelas. Ri-me desde que entrei no avião até ele levantar - que geralmente é a fase do semi-ataque-de-pânico...
Londres está sempre bem e a recomendar-se.
As costas escarpadas do sul estava um espanto.
As papoilas estão prontas para a colheita.
Infelizmente voltei.
Próxima - Havana - 9 horas de viagem - 2 a 3 Kainever.
De seguida - Tokyo - 23 horas de viagem - 5 a 6 Kainever e uma garrafa de whisky :P
Às 18hrs parto num A321 com destino a Londres.
O que quer dizer que às 16.30 espera-me um Xanax.
E quer também dizer que não comi nada hoje.
E mal dormi.
I'm scared shit of flying!!!
Mesmo quando há +27% de se morrer por problemas emocionais e +2,6% por tabaco.
Há coisas que o cérebro não consegue controlar.
Acho que vou à hipnose...
A entrevista da Ana Sousa Dias ao Paul Auster foi o máximo!
Na minha opinião ficaram muitas questões para colocar...mas já foram muitas as respondidas!
(Critica ao meu argumento do professor da UCLA. Assim aprende-se o que se fez mal)
The story is becoming fuller, but there is still work to be done, especially in your scene development. Many of your scenes are very underdeveloped, and in a treatment, they should be rather complete. One of the reasons they're not fully developed is you haven't worked with the basics - a scene is constructed the same way a complete script is. Here's a summary of what's expected in a scene:
Just in case I haven’t mentioned it sufficiently, let me underline it again: The element most new (and many experienced) screenwriters leave out of their scenes is conflict. Without conflict, there is no drama. Without drama (even in a comedy), there is no story. Without conflict, there is no movement. No change. Conflict is the key element of the scene.
The central characteristic, the one element that every scene needs, is conflict.
Just as there are barriers (conflict) for the protagonist to overcome over the length of the film, so, too, there are smaller conflicts in each scene. In the beginning of a scene, somebody wants something. Somebody else either tries to prevent him from getting that, or wants something in opposition. The scene, then, is about the struggle. Learning what each one (or more) wants is the beginning of the scene. The struggle to get it is the middle. One or the other wins the struggle. That’s the end of the scene. Somebody’s got to win, somebody’s got to lose. Even in a comedy. Especially in a comedy.
Every major player in a scene has an objective – he/she wants something. Usually, each character wants something different. Hence the conflict. We must also know what the emotion of that character is at the beginning of the scene, what his/her attitude is, what’s his long term goal. There’s a helluva difference between a scene that starts off with everyone pissed off at each other from the get go and one that starts with laughter. If you know your characters, you’ll know what their emotions are at the beginning of the scene – are they happy, sad, angry – and what will happen to them during the scene. Unless they have cause to change (they may or may not), they should maintain that emotion throughout the scene. Actors look at scenes this way (or the good ones do), and they look for hints the writer has given them.
We also need to know what the subject and purpose of the scene is. Yes, it’s to move the story forward, first and foremost. But it may also be to shed some light on a character, to reveal information, to provide an obstacle. Know what you want to get across with your scene.
Also, I'd like to see Michael working towards his goal in every scene. If you can make each scene interesting, make each one move the story, and each one develop Michael just a little more, you'll have a great story.
Há poucas pessoas com coragem de dizer o que pensam. Estou a falar do cinema português.
Mas felizmente há sempre uma pequena minoria.
Este senhor, o outro e aquele ali.
É mais fácil não dizer nada ou dizer que se gosta.
Podem-se perder amizades e cunhas, não é?
E isto reflecte o estado da mentalidade portuguesa.
Merecemos o país em que vivemos.
Eu também não gosto do cinema que se faz em Portugal.
Não gosto que os realizadores e os argumentistas fiquem orgulhosos do seu trabalho quando é uma merda.
Não gosto de quando os elogiam, quando sabem que é mau.
Já escrevi algumas curtas que considero estarem entre o mau e o aceitável.
Realizei uma curta que estava uma grande merda. Não sei como houve gente que achou giro...não era isso que queria ouvir.
Porque é que gostam de pancadinhas nas costas?
Facto científico: Quando a máquina do tempo for criada, só permitirá que as coisas/pessoas lá "colocadas" viagem no tempo até ao dia em que a máquina foi ligada.
Ela nunca poderá levar-nos até ao passado. Do futuro chegarão mensagens de aviso. Os filhos e os netos de alguém. As curas da humanidade.
Recorreremos apenas à nossa memória para nos lembrar o que foi o princípio de nós mesmos. O cheiro a torradas de manhã, junto de pessoas que já não existem.
Gostava que a memória nunca me fugisse.
É só o que nos resta.
Algu�m sabe corrigir estes caracteres estranhos que apareceram?
Est�o nos posts, mas n�o nos menus do lado...
Help!
...estarei num mega capital europeia, vulgo Londres.
E na minha cruzada pessoal, tenho a grata tarefa de espiolhar as melhores livrarias em busca de algumas primeiras edições para encher as minhas estantes (já de si cheias).
Vale a pena espreitar esta lista apetitosa.
Esta semana, cruzei-me com o nosso primeiro-ministro nas Amoreiras.
Hesitei entre pregar-lhe uma rasteira ou não.
Coisa acidental claro...
Agora sinto-me satisfeita por não o ter feito.
Não costumo comentar política, mas tenho de dizer que concordo com as medidas de Sócrates, se forem as únicas que podem "salvar" o país.
Gosto especialmente destas:
-Criação de uma taxa social única para Estado e privados
-Abolição de: Reformas especiais para polícias, professores ou enfermeiros; Sistemas especiais de saúde das Forças Armadas, PSP, GNR e Juízes
-Suspensão dos diplomas para reforma antecipada no sector privado
-Fim do horário-zero dos professores na pré-reforma
Não gosto do aumento do IVA, nem dos 42% de IRS para rendimentos acima dos 60.000€
Não me parece que estas consigam recuperar o país sem danificarem mais o parco orçamento dos portugueses.
Mais vale medidas pouco populares, do que ausência de medidas...
Mas eu sei que vais às Amoreiras! Toma muito cuidado!
75ª Feira do Livro de Lisboa no sítio do costume...não o Pingo Doce, mas no Parque Eduardo VII